No entanto, temo que escolher bons candidatos e partidos idôneos não seja o suficiente, que não basta termos bons jogadores se não mudarmos as regras do jogo. Que, enquanto não fizermos reformas estruturais o que veremos, depois de outubro será só “mais do mesmo”.
A PEC 97/17, que limitava o número de partidos, através da chamada Cláusula de Barreira e acabava com as coligações e a venda do tempo de TV pelos partidos “nanicos”, aprovada pelo Congresso nacional, foi suspensa pelo STJ.
O grande número de partidos no Congresso Nacional (atualmente são 35) obriga o Executivo a uma difícil negociação e a um “toma lá, dá cá”, como a troca de votos por cargos nas estatais que somente com o fim das indicações políticas permitirá que possamos diminuir a corrupção dentro do governo. Daí porque, só escolher bem o candidato não resolve tudo.
Mas há, também, um outro equívoco: achar que basta prender todos os corruptos e tudo estará resolvido. Não resta dúvida que todos eles devem ir para a cadeia, mas não é a corrupção a causa das mazelas do país, é só a sua consequência.
Uma das causas está, também, em nossa cultura de privilégios, que teve sua origem nas Ordenações Manuelinas, trazida com D. João VI ao Brasil. Estas atribuíam imunidades de acordo com o extrato social e, a função do judiciário era, assim como a das leis, a de defender estes privilégios.
Porem mais importante ainda será que todos possam assumir sua parcela de responsabilidade frente ao caos que denuncia, exigindo dos candidatos a deputados e senadores – Congresso e Câmaras Estaduais – o compromisso de aprovar as reformas de que o pais tanto necessita, pois se não mudarmos as regras do jogo, continuará tudo igual.
A PEC 97/17, que limitava o número de partidos, através da chamada Cláusula de Barreira e acabava com as coligações e a venda do tempo de TV pelos partidos “nanicos”, aprovada pelo Congresso nacional, foi suspensa pelo STJ.
O grande número de partidos no Congresso Nacional (atualmente são 35) obriga o Executivo a uma difícil negociação e a um “toma lá, dá cá”, como a troca de votos por cargos nas estatais que somente com o fim das indicações políticas permitirá que possamos diminuir a corrupção dentro do governo. Daí porque, só escolher bem o candidato não resolve tudo.
Mas há, também, um outro equívoco: achar que basta prender todos os corruptos e tudo estará resolvido. Não resta dúvida que todos eles devem ir para a cadeia, mas não é a corrupção a causa das mazelas do país, é só a sua consequência.
Uma das causas está, também, em nossa cultura de privilégios, que teve sua origem nas Ordenações Manuelinas, trazida com D. João VI ao Brasil. Estas atribuíam imunidades de acordo com o extrato social e, a função do judiciário era, assim como a das leis, a de defender estes privilégios.
Porem mais importante ainda será que todos possam assumir sua parcela de responsabilidade frente ao caos que denuncia, exigindo dos candidatos a deputados e senadores – Congresso e Câmaras Estaduais – o compromisso de aprovar as reformas de que o pais tanto necessita, pois se não mudarmos as regras do jogo, continuará tudo igual.
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