Só quando sairmos da nossa zona de conforto e irmos todos para as ruas, para as redes sociais, para os Movimentos organizados é que poderemos mudar o Brasil.
Quando começarmos a pensar mais no coletivo e menos no individual, quando unirmos nossas forças em prol de um país mais ético, voltado para o bem comum, com menos desigualdade e mais democracia, com educação e saúde pública de qualidade, só aí conseguiremos ser este país melhor.
É o desejo de partir para a ação, de não ficar só na critica, que me leva a pensar no país que queremos e a buscar na convergência de ideias em torno de um projeto de nação as ferramentas para uma práxis política.
Sabemos que mudanças estruturais só ocorrerão à partir das eleições de 2018. Mas, para que elas ocorram, necessitamos eleger pessoas com genuíno espírito público, que realmente representem os eleitores e não somente seus interesses particulares. Só assim o Congresso conseguirá aprovar reformas que hoje contrariam os interesses paroquiais da maioria dos políticos que lá estão.
Defendo que comecemos por uma ampla reforma eleitoral que, não só proíba as coligações partidárias e aprove a Cláusula de Barreira mas, também que acabe com a propaganda na TV – visto que, só ela e a compra dos partidos de aluguel, representam 80% dos gastos de uma campanha.
Sem esquecer também de acabar com o Fundo Partidário pois, quem tem que sustentar o partido são seus filiados e não o governo.
E principalmente, precisamos de um país menor, com menos Estado, porém mais eficiente, com mais espaço para a iniciativa privada. E faremos isto acabando com a maioria das estatais que nada mais são do que fontes de corrupção. Pois só assim o governo poderá se concentrar no que é essencial para a população: a educação, a saúde e a segurança.
E, finalmente, o país só será melhor quando sairmos da retórica para uma verdadeira práxis política, que eu gostaria de iniciar através do RenovaBR.
Sabemos que mudanças estruturais só ocorrerão à partir das eleições de 2018. Mas, para que elas ocorram, necessitamos eleger pessoas com genuíno espírito público, que realmente representem os eleitores e não somente seus interesses particulares. Só assim o Congresso conseguirá aprovar reformas que hoje contrariam os interesses paroquiais da maioria dos políticos que lá estão.
Defendo que comecemos por uma ampla reforma eleitoral que, não só proíba as coligações partidárias e aprove a Cláusula de Barreira mas, também que acabe com a propaganda na TV – visto que, só ela e a compra dos partidos de aluguel, representam 80% dos gastos de uma campanha.
Sem esquecer também de acabar com o Fundo Partidário pois, quem tem que sustentar o partido são seus filiados e não o governo.
E principalmente, precisamos de um país menor, com menos Estado, porém mais eficiente, com mais espaço para a iniciativa privada. E faremos isto acabando com a maioria das estatais que nada mais são do que fontes de corrupção. Pois só assim o governo poderá se concentrar no que é essencial para a população: a educação, a saúde e a segurança.
E, finalmente, o país só será melhor quando sairmos da retórica para uma verdadeira práxis política, que eu gostaria de iniciar através do RenovaBR.