quarta-feira, 22 de novembro de 2017

PROPOSTA PARA UM PAÍS MELHOR

Se existe algum consenso hoje é o de que desejamos um país melhor mas só conseguiremos isto quando todos – empresários, profissionais liberais, operários e sociedade civil em geral – partirem para a ação.
Só quando sairmos da nossa zona de conforto e irmos todos para as ruas, para as redes sociais, para os Movimentos organizados é que poderemos mudar o Brasil.
Quando começarmos a pensar mais no coletivo e menos no individual, quando unirmos nossas forças em prol de um país mais ético, voltado para o bem comum, com menos desigualdade e mais democracia, com educação e saúde pública de qualidade, só aí conseguiremos ser este país melhor.



É o desejo de partir para a ação, de não ficar só na critica, que me leva a pensar no país que queremos e a buscar na convergência de ideias em torno de um projeto de nação as ferramentas para uma práxis política.
Sabemos que mudanças estruturais só ocorrerão à partir das eleições de 2018. Mas, para que elas ocorram, necessitamos eleger pessoas com genuíno espírito público, que realmente representem os eleitores e não somente seus interesses particulares. Só assim o Congresso conseguirá aprovar reformas que hoje contrariam os interesses paroquiais da maioria dos políticos que lá estão.

Defendo que comecemos por uma ampla reforma eleitoral que, não só proíba as coligações partidárias e aprove a Cláusula de Barreira mas, também que acabe com a propaganda na TV – visto que, só ela e a compra dos partidos de aluguel, representam 80% dos gastos de uma campanha.
Sem esquecer também de acabar com o Fundo Partidário pois, quem tem que sustentar o partido são seus filiados e não o governo.
E principalmente, precisamos de um país menor, com menos Estado, porém mais eficiente, com mais espaço para a iniciativa privada. E faremos isto acabando com a maioria das estatais que nada mais são do que fontes de corrupção. Pois só assim o governo poderá se concentrar no que é essencial para a população: a educação, a saúde e a segurança.

E, finalmente, o país só será melhor quando sairmos da retórica para uma verdadeira práxis política, que eu gostaria de iniciar através do RenovaBR.














sexta-feira, 27 de outubro de 2017

LEI ÁUREA

O presidente Temer revogou a Lei do trabalho escravo revogando, assim, a Lei Áurea.
Fiquei preocupada visto que agora que a escravidão não é mais crime posso ser mandada de volta para a senzala.

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

REFORMA ELEITORAL

Está sendo aprovada no Congresso a reforma eleitoral e não tenho visto manifestação alguma da população ou mesmo de movimentos como o Vem Prá Rua sobre o assunto.
O que me preocupa enormemente porque, não é a prisão deste ou daquele político, as delações, as malas de dinheiro, etc. que mais importa neste momento. Se quisermos uma verdadeira mudança de rumo na nossa política precisamos, antes de tudo, de uma REFORMA ELEITORAL que, na impossibilidade de ser completa, pelo menos, seja aprovada, já para a próxima eleição, a Cláusula de Barreira e a proibição de coligações.

São os partidos, ditos de aluguel, bem como, as Coligações partidárias as grandes causas da corrupção na política.
E não é votando neste ou naquele candidato, ou mesmo, "escolhendo bem o candidato", que vamos acabar com a corrupção mas sim, mudando a legislação. Como disse Giannetti da Fonseca "não importa a qualidade dos jogadores mas como funcionam as regras do jogo".
É preciso conscientizar as pessoas de que este é o momento de concertar o país e é preciso também que saibam que não basta votar em "bom candidato", porque nem tudo vai se resolver com o voto.
Precisamos que enviem e-mails para os políticos pressionando-os a aprovarem a Cláusula de Barreira e o fim das coligações.para 2018, e não só para 2020, como querem,

Mas sem a tal Federação dos partidos e outra indecências que querem aprovar já na semana que vem, como o fundo eleitoral de 3,6 bi com possibilidade ainda de editar novos créditos, via medida provisória e a destinação de metade do valor das emendas parlamentares, que iriam para a saúde, a educação e a infraestrutura, para uso nas eleições.

Pois, que não pensem os políticos que, como apregoa a imprensa, o povo está anestesiado, ele está sim, aguardando silencioso, mas é o silêncio do vulcão. E, se perceber que nada mudou, que tudo continuou igual depois das eleições, a sua paciência poderá se esgotar.

Afinal, quando vamos continuar a ser trouxas e reagir? Porque é isso que somos, trouxas! Precisamos exigir que o congresso faça uma reforma política decente. Tudo bem, que são um bando de bandidos, mas dependemos deles ou do Supremo para mudar as regras do jogo, o que só o farão se exigirmos.

NOTA: Costumamos dizer q o país seria rico se não houvesse tanta roubalheira e falamos como de um "ente abstrato". Mas não, somos nós, eu e você, que seríamos muito mais ricos se não precisássemos morar em Condomínios fechados para a segurança da nossa família, ter um carro para cada membro da família porque o transporte público é de péssima qualidade, se não precisássemos pagar previdência privada, escola particular e se tivéssemos áreas públicas de lazer, etc. etc.

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

A REGRA DO JOGO OU A CAMINHO DA VENEZUELA

Quando funcionária de uma repartição pública, fui à trabalho em uma cidade próxima e no fim do mês recebi uma diária de almoço por conta da viagem. Achei que não estava correto porque almoçara, assim como os demais colegas de trabalho, na casa do prefeito, portanto, não havia tido gasto com alimentação. Devolvi, então, o valor recebido só, que os demais que estiveram comigo no evento não fizeram o mesmo e, no dia seguinte estavam de cara amarrada.
Conto isto para chegar nos políticos e no assunto propina e, para dizer que esta é a regra do jogo. Aceitar vantagens indevidas faz parte da nossa cultura.  Assim como os presentinhos "inocentes" e, quem os recebe tenta se justificar dizendo: " não estou prometendo nada em troca, não tenho porque não aceitar". E vai, aos poucos cedendo, mesmo porque, se for muito careta corre o risco que os colegas fiquem de cara amarrada. E cedendo na contrapartida para o corruptor. É um comportamento que já está naturalizado. É assim no serviço público e, mais ainda, na política.
Daí porque esta história de que é preciso escolher bem o candidato é pura enganação, uma grande mentira que esta sendo vendida pela mídia. Porque, como diz Giannetti da Fonseca "não importa a qualidade dos jogadores, mas como funcionam as regras do jogo”. E, sem mudar as regras não importa se o cara é bom ou não, porque ele vai jogar conforme essas regras.
O que também significa que são elas que precisam ser mudadas, que sem Reforma Política nada mudará. A reforma é necessária e urgente mas, não pode ser esta que querem nos fazer engolir goela. Precisamos exigir uma verdadeira reforma com Clausula de Barreira e fim das coligações e, se possível também como fim da propaganda na TV.
Mas para isto é preciso que o povo se mobilize para impedir que esta nobiliarquia partidária, como diz José Nêumanne, que só suga o sangue do trabalhador continue no poder. E sugam não só da classe pobre mas, também, da classe média que tem que trabalhar em dobro para pagar escola e saúde privada, usar de transporte particular para ir trabalhar porque o Estado não oferece serviços públicos de qualidade.
Se deixarmos que aprovem esta Reforma Política que estão pretendendo, vão enterrar a Lava Jato - movimento orquestrado pelo capo Gilmar Mendes - ainda iremos acabar igual a Venezuela. Não se enganem, já estamos no rumo.
Precisamos, portanto, ir para as ruas antes que seja tarde porque depende só de nós e de mais ninguém tirar este país deste lamaçal em que foi colocado.



quinta-feira, 18 de maio de 2017

A ALMA DA LEI

Se Kin Jong-Un, o ditador da Coréia do Norte tivesse errado o alvo de um dos seus mísseis e, em vez de cair nos USA (imaginando que fosse possível) tivesse caído no Brasil, não teria feito um estrago tão grande quanto as delações da JBS.

Ninguém, com um mínimo e informação, acreditava que houvesse um único político "limpo", que nunca tivesse usado caixa 2 e, em consequência, que não estivesse envolvido em corrupção - porque faz parte do modus operandi da nossa política - o que não se podia imaginar é que mesmo depois da Lava Jato, eles continuassem a delinquir.

O mais grave é que o tal  "míssil" atingiu o país quando este, finalmente, apresentava sinais de recuperação e quando as reformas - tão necessárias para sairmos da crise - estavam prestes a ser aprovadas. Minha reação foi: "será que não poderiam esperar mais um pouco para divulgar?" Lembrando do que ocorreu com a operação Carne Fraca, quando não houve cautela na divulgação das denúncias e usaram a estratégia da "terra arrasada".

Juan Árias, no jornal "El País" diz que o conceito clássico grego da epiqueia ensina os juízes que em toda lei, além da letra, existe a sua alma. Desde Platão a Aristóteles, passando por São Tomás, não existia justiça sem o contrapeso da equidade. A interpretação moderna da epiqueia implica levar em conta o momento histórico e o interesse da sociedade.

Não parece ser o que move alguns magistrados do Supremo, como o ministro Gilmar Mendes, quando usa a literalidade da lei para tirar da prisão certos personagens políticos do grande escândalo de corrupção investigado pela Lava Jato, quando a letra da lei passa por cima dos anseios de justiça de toda uma sociedade.

E as consequências do açodamento da PF estão sendo catastróficas: o dólar já disparou, com seu possível reflexo nos preços; o desemprego voltou a crescer e a aprovação do refinanciamento das dívidas dos Estados sofrerá um grande atraso. 

Porém, magistrados e PF parecem pouco se importar com o delicado momento que vive este Brasil em carne viva; indiferentes as cenas mostradas na TV, como a da aposentada que ostentava um cartaz em uma rua do RJ pedindo ajuda para comprar remédio ou com o idoso que, às lágrimas, relatava que precisava pedir ajuda dos vizinhos para sobreviver porque não recebe o salário há meses. Só posso concluir que falta alma na interpretação da lei.




OS ÂNIMOS ESTÃO EXALTADOS

Aprendemos que não é de bom tom discutir sobre religião, política e futebol, principalmente se for à mesa, no almoço de domingo. Tocar em um destes assuntos causaria constrangimento geral porque sempre haveria  um cunhado que é de uma religião diferente dos demais e pode se ofender se alguém vier a criticar sua igreja; ou pode ser de um partido que não é unanimidade na mesa. E a abordagem destes assuntos é sempre muito mal visto por todos.

Mas hoje esta regra vem sendo quebrada e sempre haverá alguém que vai citar o PT ou o LULA, incendiado os ânimos e, causando não só indigestão, como fazendo com que a maioria abandone a mesa antes do final do almoço. E muitos deixarão de se falar por um bom tempo e hoje, mais do que nunca, é preciso proibir certos assuntos, dizem.

Tudo isto porque lidamos mal com opiniões diferentes da nossa e partimos logo para o confronto e, não sem razão, tememos o debate de ideias que, quase sempre, acaba em briga.
Quando o brasileiro passou a ir para a rua protestar, percebeu que não podia mais manter-se omisso e passou a expôr suas opiniões sobre política abertamente, surgindo daí afirmações do tipo: "o país está polarizado" ou "os ânimos estão exaltados".
E quem aprendeu que era "feio" falar sobre política hoje está tendo que debater reforma política, cláusula de barreira para os partidos, etc.com quem pensa diferente dele.


Porém, idéias levam ao consenso, e quando varias pessoas se juntam em torno delas, há uma polarização destas, o que não é errado. O problema é quando estes polos geram pensamentos absolutistas, transformando-se em seitas e, quem não pensa igual é considerado inimigo (o que ocorre hoje com um certo partido político de esquerda).
O problema, portanto, não é a polarização mas, quando esta polarização leva à idéias fundamentalistas e não admitem contestações.

Na Europa, mais ainda na França o debate de idéias é considerado uma virtude. Norberto Elias, sociólogo alemão, no seu livro “O Processo Civilizador” relata que durante o século XVIII, nos salões da aristocracia, a sátira, as frases de múltiplos sentidos e os elegantes jogos com as palavras eram considerados de bom tom. 
Mas, na nossa cultura latina, a crítica ou o simples fato de discordar de alguém, é visto como falta de educação e, como consequência, não aprendemos a debater ideias e, menos ainda, a lidar com a oposição a elas.

terça-feira, 9 de maio de 2017

VIAGEM

No final do mês viajo para Portugal e Espanha, retornando somente no final de Setembro. 
Em julho pretendo também ir ao festival de Avignon, na França e, em agosto conhecer a Ilha de Malta. 
Durante a viagem postarei fotos e mandarei notícias de além-mar no meu blog www.tiszaglobetrotter.blogspot.com

                                                     Pois pois, hasta la vista 

segunda-feira, 1 de maio de 2017

ANOTAÇÕES

NÃO AO VOTO OBRIGATÓRIO
Freud, na descrição um caso clínico, ao qual dá o nome de "Ana O." conta que, após a paciente queixar-se da desordem que seu pai provocava na sua vida, lhe faz a seguinte pergunta:" ...mas qual é sua parcela de responsabilidade neste caos que denúncia?" A mesma pergunta poderíamos fazer ao cidadão que acusa os políticos pelos mal feitos denunciados pela Lava Jato. 
Anos atrás Pelé disse que o brasileiro não sabia votar e foi execrado pela imprensa. Pergunto, será que estava totalmente errado? A maioria das pessoas escolhe seu candidato pela simpatia ou mesmo porque ele fala bonito, sabe articular bem as ideias, tomando o que é dito como verdade absoluta. Deixam-se enganar pelas palavras. Poucos conhecem o histórico do político para saber se o discurso é verdadeiro, se é coerente com suas ações.
E, nem sempre saber se o candidato já esteve envolvido em desvio de dinheiro ou recebeu propina é suficiente, porque ele ainda poderá vir a se corromper e "entrar no esquema". Portanto, importa, mais do que tudo, saber quais são seus valores éticos e se eles são coerentes com sua vida pregressa. Mas para isto é preciso acompanhar sua trajetória política, é preciso ser bem informado. 
Porém, a maioria das pessoas não leem nem assistem aos jornais na TV e poucos se interessam pelo assunto. O trabalhador de baixa renda, o operário, que acordou as 5 horas da manhã para pegar o trem e chegou tarde em casa, cansado, quando liga a TV é para assistir a algum programa de auditório ou a um jogo de futebol. A mulher, quando chegar em casa irá se ocupar com os filhos, da arrumação da casa, etc. 
Já, na classe média não é muito diferente e será somente nos níveis mais altos de escolaridade que iremos encontrar quem leia um jornal e procure se informar sobre política.
Não que não possam existir exceções, estou falando da média.

Falo da maioria da população, dos 60% que possui baixa escolaridade e carece, por isto, de um pensamento mais reflexivo e crítico que impede que tenham um juízo mais apurado na hora da escolha de um candidato. 
Em vista disto, me parece temerário que pessoas que não acompanham as notícias sobre política e não tenham capacidade de um raciocínio mais abstrato, escolham "no chute" quem vão colocar no cargo de Presidente de uma Nação. Como o voto é obrigatório, acabam escolhendo aquele que acham que é o "menos pior". 
Dai porque sou totalmente contra o voto obrigatório - este só é bom para o político que tem, assim, "uma reserva de mercado". 
Cito um exemplo de uma má escolha: a da empregada que pergunta a patroa em quem ela deverá votar e obtém como resposta que vote num notório corrupto do círculo de relações dela (patroa). Ingenuamente, supõe a pobre empregada que, como a madame fala "bonito", deve estar certa! 
Acho que há uma diferença entre o "não saber votar" do Pelé e o "não ter interesse ou condições" de estar bem informado e fazer uma boa escolha. Pelé imputa a culpa ao eleitor quando, acho que ninguém é obrigado a gostar ou tem tempo para se ocupar com política.

ASSEMBLEIA DE NOTÁVEIS
O jurista Modesto Carvalhosa, Flavio Bierrenbach e José Carlos dias lançaram um manifesto a nação propondo uma Assembleia de notáveis para fazer a reforma política. Uma Assembleia Constituinte originária e independente que preserve o Congresso para cumprir a tarefa, imprescindível e inadiável de levar adiante as reformas fiscais, trabalhista e previdenciária. Passamos por uma grave crise econômica que precisa ser enfrentada com reformas urgentes. 
Já, as propostas apresentadas pelos congressistas, a do Fundo Partidário e Lista Fechada não terão mais chance, depois da Lista de Fachin, com a graça de Deus! A população não iria aceitar pagar 6 bi para a campanha desta "turma", enquanto que  a Lista Fechada tem como finalidade reelegê-los, dando-lhes o foro privilegiado.
Como a reforma política não poderá vir deste Congresso que aí está, visto que 1/3 está envolvido na Lava Jato é necessário, e urgente, ao menos, proibir coligações e instituir a Cláusula de barreira. Deveríamos ter não mais que 5 partidos no Congresso (um de direita, um de esquerda, um de centro, um de extrema direita e um de extrema esquerda) representados no Congresso.
Parafraseando Zigmunt Bauman, autor de, "Modernidade Líquida ", recém-falecido, os partidos políticos se liquidificaram e há hoje uma falência total do sistema, não temos mais partidos mas, tão somente, comitês eleitorais. Os políticos não são do que despachantes dos interesses privados/empresariais.

UDN E PSD
Antigamente o cidadão comum ou era da UDN ou do PSD. E quem era UDN era identificado com a direita e defendia uma política de cunho nacionalista, enquanto que no PSD estavam os liberais.
Mas hoje vota-se no candidato, sem nem saber a qual partido pertence, não há representatividade. Representam tão somente seus próprios interesses e estão preocupados somente em reeleger-se afim de manter os privilégios. Mesmo partidos que ainda possuíam alguma identidade ideológica, como PT, PCdoB tornaram-se também fisiológicos.

2018
As campanhas políticas, que eram feitas em cima de promessas de melhorias na segurança, saúde, ensino, etc hoje terão que mudar esse discurso. É necessário ouvir as demandas da população que clama por menos corrupção e mais ética na política. Assim, o candidato deverá mudar de foco, precisa dizer o que irá fazer para resolver o problema da corrupção e se comprometer com reformas políticas. Será nossa grande oportunidade de cobrarmos por mudanças.

PORQUE NÃO TEMOS MAIS LÍDERES?
Os partidos se tornaram capitanias hereditária, dominados por clãs: o dos Calheiros; em SC, dos Amim, etc. impedindo que surjam novas lideranças, que os partidos se renovem.
Também, com as mudanças na comunicação, com as redes sociais dominando tudo, onde cada um fala para seu próprio público. Vivemos em comunidades fechadas, daí a dificuldade no surgimento de novos líderes,