GIUSEPPE E ANITA GARIBALDI - filme de Alberto Rondalli tem o mérito de ser o primeiro filme sobre a maior personagem da história catarinense, Anita de Jesus, que junto com Giuseppe Garibaldi participou da Revolução Farroupilha. Isto só já justificaria que lhe perdoássemos as falhas, mas, não, o Diário Catarinense publicou na capa do Caderno Variedades uma crítica bastante negativa do jornal Folha de São Paulo. Que a FSP critique, posso entender e até concordar com elas, mas faltou ao DC um pouco mais de generosidade com os catarinenses que tiveram participação na produção deste filme. Pouco sei sobre o diretor, a não ser que é italiano e que contou com a participação de catarinenses.
ENSAIO - Entrelaçar dança, dramaturgia e cinema foi o maior desafio da cineastaTânia Lamarca (também diretora de Tainá) que faz um filme também usando como tema Anita Garibaldi. Eva é uma dançarina que sonha em interpretar a história de Anita e quando esta prestes a realizar seu sonho uma paixão secreta pelo seu parceiro pode atrapalhar seus planos. Nos bastidores dos ensaios, amor, inveja, arrependimento e obsessão são sentimentos que tomam todos os envolvidos; do diretor, marido de Eva (Chico Caprario), até a maquiadora da companhia de dança, (Renato Turnes) no papel de um travesti. Os protagonistas (Lavínia Bizzotto e Bruno Cezario) estão ótimos embora o mesmo não se possa dizer dos demais. Infelismente o filme peca também na edição, no excesso de cortes.
MINHOCAS - Neco (9 anos) enfrenta o terrível tatu-bola Ninguém, ditador maníaco que, com a ajuda dos vermes da Gangue da Lama, pretende dominar todas as minhocas da terra através do hipnotismo e construir um Império onde os tatus-bola serão os senhores. Durante a aventura, Júnior, antes um garoto mimado e inseguro, descobrirá o valor da amizade, da coragem e da confiança em si próprio.
Além de uma qualidade de imagem impecável e de uma história interessante, que narra as aventuras de uma minhoca adolescente levada à superfície por uma retroescavadeira “Minhocas”conta com as vozes de três ilustres brasileiros: Rita Lee, Anderson Silva e Daniel Boaventura. Filme de animação em stop-motion (pioneiro no país ao utilizar a técnica stop-motion em longa-metragem), produzido por Animaking, no Sapiens Park em Florianópolis e dirigido por Paolo Conti e Arthur Medieros Nunes. Fotografia de Klaus Schlickmann e Philippe Arruda. É inspirado num curta-metragem homônimo, vencedor de 11 prêmios no Brasil, incluindo Animamundi SP e RJ e Fesival de Gramado, e do prêmio de exelência JVC Tokio
Video Festival.
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