Na foto à direita, atrás da minha cabeça fica a obra do museu do Calatrava, ainda em fase inicial.
Fui também ao CCBB ver a exposição da artista japonesa Yayoi Kusama, aquela que tem o atelier em um hospital psiquiátrico. Creio que o melhor da Yayoi é ela mesma (o pior é pronunciar o nome dela!). A exposição também traz, em ordem cronológica, um histórico das suas intervenções nos espaços públicos, uma delas em New York que me pareceu mais interessante do que a exposição.

Desta vez pensei que iria conhecer Búzios mas depois da experiência contada por uma turista argentina desisti. Ela e outras amigas contrataram uma Van e sairam cedo para a região dos Lagos. No meio do caminho ar condicionado deixou de funcionar e tiveram que viajar com a porta do carro aberta, mas o pior mesmo foi terem levado quatro horas para chegar ao destino. Na volta, o mesmo sofrimento. Também pensei em ir a praia de Grumari, a mais bonita do Rio, mas tive que desistir por causa do engarrafamento e porque, além de longe, não tem onibus até lá.
Mas esta é a única falha do transporte público no Rio. No Rio é incrível como se consegue ir para todos os lugares sem necessitar fazer conexão - assim como você pode ir do centro direto para todos os bairros, também há os inter-bairros - e, na maioria dos pontos há painéis com informações bastante claras, ao contrário de Florianópolis onde não há informações alguma. Mas nem todos os onibus possuem ar condicionado, parece estar previsto para este ano ainda, assim como o metrô que também não demorará muito para chegar até a Barra.
Adoro o Rio, apesar do calor, dos engarrafamentos, da desorganização, da violência, da mania de só falarem em assalto, roubo e, as vezes, mal
al educados e não terem paciência para dar informações, mesmo assim, amo o Rio e os cariocas e sonho que um dia ainda vou morar lá.
Nenhum comentário:
Postar um comentário