E, nestes tempos de trevas bolsonaristas sou também de centro-esquerda, ou seja, liberal com preocupações sociais. Hoje torço por uma aliança de partidos mais ao centro, tipo Joe Biden, para derrotar a extrema direita. Vejo, também com bastante preocupação a formação no Brasil de um pacto autoritário com viés fascista. Acabei de ler A Ordem do Dia, de Eric Vuillard onde fla sobre como governos autoritários obtém o apoio da classe dominante. Muito bom, recomendo.
Venho tentando responder a pergunta que me fizeram na Europa: "como foi possível votarem em alguém como Bolsonaro"?
Respondia que acreditava que tinha relaçao com ressentimentos e medo de perda de privilégios, visto que vivemos em um país extremamente injusto e desigual.
Infelizmente minhas ideias sobre o país são muito diferentes da maioria aqui no sul que é bastante conservador e continua apoiando o governo.
Também, aqui a cultura e o conhecimento são mal vistos pela maioria das pessoas e quando falo que estou lendo algum livro, mudam de assunto.
Além de passar o dia todo lendo vou, também, com bastante frequência ao cinema. No Rio chegava a ver dois filmes por dia antes desta pandemia fechar os cinemas. Sou uma cinéfila que gosta de cinema iraniano e odeia o cinema americano. Quanto ao teatro, gosto só dos clássicos, como Brecht, Tennessee Willians, etc..
Mas não sou ligada à música, assim como não foram Gabriel G Marques, F Mitterrand, e outros grandes intelectuais, que não lembro agora. Aprecio mas, somente quando me encontro sentada numa confortável poltrona em uma bela sala de espetáculo ou num charmoso clube de jazz, que pode até ser bastante enfumaçado. Também gosto de ouvir Bossa Nova no radio do carro mas, em geral prefiro o silêncio ou o som de um pássaro que canta, de crianças que brincando no play ground, o latido de um cão, ou mesmo o som de um carro que passa ao longe. .
Também, aqui a cultura e o conhecimento são mal vistos pela maioria das pessoas e quando falo que estou lendo algum livro, mudam de assunto.
Além de passar o dia todo lendo vou, também, com bastante frequência ao cinema. No Rio chegava a ver dois filmes por dia antes desta pandemia fechar os cinemas. Sou uma cinéfila que gosta de cinema iraniano e odeia o cinema americano. Quanto ao teatro, gosto só dos clássicos, como Brecht, Tennessee Willians, etc..
Mas não sou ligada à música, assim como não foram Gabriel G Marques, F Mitterrand, e outros grandes intelectuais, que não lembro agora. Aprecio mas, somente quando me encontro sentada numa confortável poltrona em uma bela sala de espetáculo ou num charmoso clube de jazz, que pode até ser bastante enfumaçado. Também gosto de ouvir Bossa Nova no radio do carro mas, em geral prefiro o silêncio ou o som de um pássaro que canta, de crianças que brincando no play ground, o latido de um cão, ou mesmo o som de um carro que passa ao longe. .
Finalizando e parafraseando Agnés Varda, diria que “Sempre lutarei contra a
estupidez inclusive a minha”.



