Socila era o nome de um curso de etiqueta para misses, nos anos 60, que depois passou a ser frequentado por patricinhas do Rio de Janeiro. Tive uma amiga carioca, patricinha, que havia feito o curso e contou-me que aprendiam desde como vestir-se à maneira correta de se expressar em ambientes formais. Na época, era visto por muitos como muito fútil, coisas da burguesa.
Também, nas escolas Inglesas as crianças aprendem não só a portar-se mas também a falar corretamente em público - o que acho fantástico. Penso que em nossas escolas públicas os alunos deveriam também ter aulas de boas maneiras. Longe de ser uma matéria irrelevante, considero uma necessidade, vide os casos de violência de alunos contra professores.
Sou do tempo da ditadura, quando tínhamos aulas de "Moral e Cívica" mas tenho que confessar que não prestava muita atenção nas aulas mas seria diferente se, ao invés de tentarem nos ensinar a amar a pátria, tivéssemos tido aulas de civilidade. Acredito que hoje seríamos uma geração mais tolerante, com menos conflitos nas redes sociais; sabendo dialogar mais e aceitar diferenças, sem partir para hostilidades.
E volto à velha Socila, para dizer que penso que nos falta um pouco de etiqueta nas relações sociais, falta gostar um pouco mais de formalidades, tão necessária para um convívio harmonioso em sociedade.
Depois de muito ouvir dizer que os franceses não eram simpáticos fui para Paris e percebi que eles, por outro lado, se ressentem da nossa informalidade. Eles gostam que se diga bon jour e au revoir quando entramos ou saímos de algum ambiente, como uma loja, um hotel ou um restaurante. E, na maioria das vezes nós nos "esquecemos" destes pormenores. Daí a "cara feia" dos franceses. Quando um simples bon jour já faria com que abrissem aquele sorriso.
Acredito que são regrinhas que nos ajudam a perceber o Outro (não o Outro da psicanálise, mas o outro que esta na minha frente), fazendo-nos sair da posição narcísica, especular que nos permitiria sentir empatia pelo diferente e nos tornar mais tolerantes e generosos com todos. Descobrindo, assim, que só com gentileza podemos viver em harmonia com todos.
Também, nas escolas Inglesas as crianças aprendem não só a portar-se mas também a falar corretamente em público - o que acho fantástico. Penso que em nossas escolas públicas os alunos deveriam também ter aulas de boas maneiras. Longe de ser uma matéria irrelevante, considero uma necessidade, vide os casos de violência de alunos contra professores.
Sou do tempo da ditadura, quando tínhamos aulas de "Moral e Cívica" mas tenho que confessar que não prestava muita atenção nas aulas mas seria diferente se, ao invés de tentarem nos ensinar a amar a pátria, tivéssemos tido aulas de civilidade. Acredito que hoje seríamos uma geração mais tolerante, com menos conflitos nas redes sociais; sabendo dialogar mais e aceitar diferenças, sem partir para hostilidades.
E volto à velha Socila, para dizer que penso que nos falta um pouco de etiqueta nas relações sociais, falta gostar um pouco mais de formalidades, tão necessária para um convívio harmonioso em sociedade.
Depois de muito ouvir dizer que os franceses não eram simpáticos fui para Paris e percebi que eles, por outro lado, se ressentem da nossa informalidade. Eles gostam que se diga bon jour e au revoir quando entramos ou saímos de algum ambiente, como uma loja, um hotel ou um restaurante. E, na maioria das vezes nós nos "esquecemos" destes pormenores. Daí a "cara feia" dos franceses. Quando um simples bon jour já faria com que abrissem aquele sorriso.
Acredito que são regrinhas que nos ajudam a perceber o Outro (não o Outro da psicanálise, mas o outro que esta na minha frente), fazendo-nos sair da posição narcísica, especular que nos permitiria sentir empatia pelo diferente e nos tornar mais tolerantes e generosos com todos. Descobrindo, assim, que só com gentileza podemos viver em harmonia com todos.